quarta-feira, julho 08, 2020

Nicole a nova amiguinha do nosso Blog, Gabriela dá as boas vindas!



Nicole é uma brasileirinha que mora na cidade de Córdoba na Argentina ela adora pintar seus desenhos e brincar.
Nicole vai fazer 6 aninhos no mês que vem! Obrigada Nicole, esperamos mais trabalhinhos seus.



sábado, junho 20, 2020

Novos amiguinhos da Menina de Cachinhos morochos estão hoje apresentando seus trabalhinhos.
Estes desenhos feitos com talento e carinho são do Lucas Bustos Oliveira Menger.



Este texto é do Mateo Bustos


Estes são Lucas e Mateo




domingo, junho 14, 2020

A menina dos Cachinhos Morochos que inspirou este Blog


Bom dia, esta é a Gabriela a menina dos Cachinhos Morochos deste blog, ela cresceu, mas segue sendo a minha Gabinha. Hoje ela apresenta sua irmãzinha, a Valentina, outra menina de cachinhos morochos. Valentina tem 4 anos e adora livros. Hoje posto aqui o desenho que ela fez do Cocorotti, quando ela era menor. O Cocorotti adorou este retrato. 

sábado, junho 13, 2020


 Hoje, depois de muito tempo sem postar nenhum cachinho, apresento para vocês Maria, uma escritora do futuro, porque ela é uma mini-escritora.
Ah, também apresento Elisa a irmãzinha dela. Elas são duas brasileirinhas que moram na cidade de Córdoba na Argentina.  
Aqui vai o mais recente conto de nossa convidada de hoje!





segunda-feira, novembro 11, 2013

Cidade perdida!

imagem Clima tempo


Uma cidade perdida no meio da imensidão,
todos viviam sua vida, sem muita inovação.
Cada dia que passava tudo seguia igual
na vida de cada um e da cidade  em geral.
Airton ia na escola e aprendia a lição,
para tirar nota boa e ser um menino legal.
A professora Alice prepara sempre, é normal,
a lição de todo o dia pra formar um cidadão.
- Meninos tenham cuidado, não joguem lixo no chão,
lixo só no cestinho aqui na sala de aula
e em todo lugar afinal.
Airton assim fazia enquanto estava na escola,
mas na rua não fazia, pois ninguém lhe dava bola.
Não queria que o chamassem de menino bobalhão.
O tempo passou de mansinho, afinal o tempo só passa,
e nós seguimos cruzando todos  tempos que virão.
A cidade assim perdida no meio da imensidão,
não sentia que o tempo passava ou bem ou mal.
E gente que vinha andando e comia um caramelo,
jogava o papel na calçada como sempre coisa e tal.
O motorista dizia:
- Não posso sujar meu carro, assim tão belo!
- Afinal não sou eu quem varre!
- Depois passa o caminhão.
Assim o lixo cresceu ninguém sabe ninguém viu,
não falou nem reagiu  ao crescimento gradual.
Como sapo em água aquecendo,
seguem felizes, é normal.
E a cidade foi mudando,
o lixo se amontoando como coisa usual.
-  Eu não fui! 
- Sempre retiro meu lixo no dia habitual..
- O lixeiro não recolheu.
-  Este trabalho não é meu!
O céu se entristeceu, foi fechando ficando gris.
Caiu gota, meia gota, gota e meia, um montão!
A chuva caiu, caiu, ninguém sabe ninguém viu,
carregou todo lixo pra beira do ribeirão.
A boca de lobo aos poucos, o lixo ia fechando,
tapou toda de repente, como num passe de magia
com o papel de um caramelo, que a água da chuva trazia .
E a cidade, perdida na imensidão,
está hoje conhecida como a cidade fatal
aquela da inundação!
Não restou nenhuma casa que tivesse salvação,
Todos perderam sua paz vitimas da acomodação!







sexta-feira, julho 05, 2013

O mosquito



Havia um mosquito expedicionário
que pensou conquistar um coração solitário,              
zunia noite e dia afinando o zunidão,
na orelha dorminhoca e no ouvido dormilão,
este desesperado mosquito estrafalário!